Bolsonaro lembra tortura do pai de comissária da ONU e defende Pinochet
O presidente do brasil, Jair Bolsonaro, voltou a lançar farpas contra um político internacional. Desta vez o alvo foi a a chilena Michelle Bachelet, Alta Comissária das Nações Unidas para os Direitos Humanos e ex-presidente do Chile. O presidente brasileiro atacou Bachelet acusando-a de ingerência por a mesma ter criticado a "redução do espaço cívico e democrático" no Brasil que impedia ativistas dos direitos humanos de trabalharem. Bolsonaro usou a memória do pai da comissária, que foi torturado e morto por Augusto Pinochet, para atacar os seus receios relativas ao estado da democracia no Brasil.
Bachelet, "seguindo a linha do Macron em se intrometer nos assuntos internos e na soberania brasileira, investe contra o Brasil na agenda de direitos humanos (de bandidos), atacando nossos valorosos policiais civis e militares", escreveu o presidente do Brasil num tweet onde aprtilhava também uma fotografia da chilena ladeada pelas então presidentes do Brasil, Dilma Rousseff, e da Argentina, Cristina Kirchner.
"Entre janeiro e junho de 2019, só no Rio do Janeiro e São Paulo, fomos informados que 1.291 pessoas foram assassinadas pela polícia, um aumento de 12% para 17% comparado com o mesmo período do ano passado", declarou antes de salientar que a maioria dos abatidos são negros que vivem nas favelas, tinha denunciado Bachelet numa entrevista dada na Suíça. E este ataque às forças policiais do Brasil tocou num nervo em Bolsonaro.
"Senhora Michele Bachelet, se não fosse o pessoal do [Algusto] Pinochet derrotar a esquerda em 1973, entre eles seu pai, hoje o Chile seria uma Cuba. Parece que quando tem gente que não tem o que fazer, como a senhora Michelet Bachelet, vai lá para a cadeira de direitos Humanos da ONU", disse o presidente do Brasil. O pai da Alta Comissária - Alberto Bachelet - foi um brigadeiro e opositor do general Pinochet que foi detido durante a ditadura e torturado até a morte.
Bachelet, "seguindo a linha do Macron em se intrometer nos assuntos internos e na soberania brasileira, investe contra o Brasil na agenda de direitos humanos (de bandidos), atacando nossos valorosos policiais civis e militares", escreveu o presidente do Brasil num tweet onde aprtilhava também uma fotografia da chilena ladeada pelas então presidentes do Brasil, Dilma Rousseff, e da Argentina, Cristina Kirchner.
"Entre janeiro e junho de 2019, só no Rio do Janeiro e São Paulo, fomos informados que 1.291 pessoas foram assassinadas pela polícia, um aumento de 12% para 17% comparado com o mesmo período do ano passado", declarou antes de salientar que a maioria dos abatidos são negros que vivem nas favelas, tinha denunciado Bachelet numa entrevista dada na Suíça. E este ataque às forças policiais do Brasil tocou num nervo em Bolsonaro.
"Senhora Michele Bachelet, se não fosse o pessoal do [Algusto] Pinochet derrotar a esquerda em 1973, entre eles seu pai, hoje o Chile seria uma Cuba. Parece que quando tem gente que não tem o que fazer, como a senhora Michelet Bachelet, vai lá para a cadeira de direitos Humanos da ONU", disse o presidente do Brasil. O pai da Alta Comissária - Alberto Bachelet - foi um brigadeiro e opositor do general Pinochet que foi detido durante a ditadura e torturado até a morte.

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